domingo, 16 de outubro de 2016

Manifestantes reivindicam remédios gratuitos para doenças raras


Familiares e instituições de apoio a pacientes com doenças raras realizaram, durante o final de semana, manifestações em 20 cidades do país. A ideia é sensibilizar a sociedade civil e os gestores públicos sobre a importância do fornecimento gratuito de medicamentos, pelas secretarias estaduais de Saúde, para viabilizar os tratamentos.

A Iniciativa é do movimento “STF, Minha Vida Não tem Preço”. Aqui em Brasília, a manifestação foi marcada por um pic nic, em frente ao Supremo Tribunal Federal, na praça dos três poderes.

De acordo com Fernando Gomide, presidente da Associação Brasiliense de Amparo ao Fibrocístico, o que se pretende é sensibilizar os ministros do Supremo sobre a importância determinar, como obrigação do estado, o financiamento e a manutenção dos tratamentos para 13 milhões portadores de doenças raras no país.

Gomide acrescentou que somente nos pacientes de fibrose cística, doença genética que afeta os pulmões, o pâncreas ou o sistema digestivo, o tratamento mensal pode chegar a R$ 30 mil.

Atualmente, oito mil doenças, como esclerose múltipla e a hanseníase, são reconhecidas pela OMS, Organização Mundial de Saúde, como enfermidades raras, que exigem medicação contínua, de preços elevados.

No STF, tramitam ações que tratam do fornecimento de remédios de alto custo, que não estão disponíveis na lista do SUS, Sistema Único de Saúde, e também não são registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O julgamento, iniciado no mês passado, foi suspenso porque o ministro Teori Zavascki pediu mais tempo para estudar a ação.


Fonte: Portal Agência Brasil

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