domingo, 14 de agosto de 2016

Moda Plus Size cresce e promove maior inclusão de pessoas


Segundo dados do Ministério da Saúde divulgados 2015, 52,5% dos brasileiros estão acima do peso. Some-se a isso o percentual de jovens de 10 a 19 anos com excesso de peso, que passou de 3,7%, em 1970, para 21,7%, em 2009. Paralelamente, a maior parte das marcas de moda termina sua numeração regular no 44, o que é um pesadelo para esta população que, caso você não tenha notado, é mais da metade dos consumidores brasileiros. É bem aí que entra a moda plus size.

Segundo dados da Associação Brasileira do Vestuário (Abravest), o mercado plus size cresce 6% anualmente e movimenta cerca de R$ 5 bilhões. Esse percentual corresponde a cerca de 492 indústrias de confecção com uma produção anual em torno de 45 milhões de peças, 300 lojas físicas e aproximadamente 60 virtuais. Para completar, o potencial de expansão é enorme: espera-se que o setor cresça 10% ao ano nos próximos anos.



A notícia é ótima, pois significa mais opções para quem veste acima do 44: a malharia Malwee, a Duloren de lingeries e as fast fashion C&A, Riachuelo e Renner, por exemplo, já aderiram. Quem curte moda, aplaude a iniciativa, como Renata Poskus, idealizadora e diretora da Fashion Weekend Plus Size, que completou sete anos em 2016. Em sua edição Verão 2017, que aconteceu em julho em São Paulo, participaram marcas como a divertida Maria Abacaxita, a elegante Ênfase, a Pernambucanas, que trouxe o tema Resort Tropical, a gaúcha Vislumbre, que lançou sua linha praia, e a Rainha Nagô, criada há dois anos como uma loja multimarcas no interior de São Paulo, que faz hoje uma moda Afro Pop.

Como consequência deste universo fashion plus size, é claro que elas se destacam: as modelos. Agências especializadas se proliferam, como a São Paulo Plus Size, o Estúdio Musa GG, a Jolie Models e a Haz Produções, que costumam reunir meninas que vestem entre o manequim 46 e o 52.



A modelo mais conhecida – e requisitada – do Brasil é a Flúvia Lacerda (na foto acima e na que abre este post), carioca que foi apelidada de Gisele Bundchen plus size.

Lá fora, Tara Lynn (na segunda foto deste post), Whitney Thompson, Ashley Graham (na foto abaixo) e Kate Dillon Levin inspiram as meninas que estão começando carreira na área agora. Lindas, poderosas e empoderadas. Porque moda também é pra isso!



Fonte: Yahoo! Notícias

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