domingo, 28 de agosto de 2016

Intercâmbio de maiores de 50 é o que mais cresce


Arrumar as malas para passar uma temporada de intercâmbio no exterior está deixando de ser programa apenas para jovens e adolescentes em busca de novas experiências. O público com mais de 50 anos que procura agências para estudar fora do país é o que mais cresce. Ao contrário dos mais jovens, esse público sênior quer algo mais do que jogar a mochila nas costas e conhecer novas realidades e pontos turísticos para tirar fotografias e postar em redes sociais.

Artista plástica já fez quatro intercâmbios na França

Ele quer aprender gastronomia, falar bem outra língua e ter contato com manifestações artísticas, culturais e históricas diferentes. “Pessoas com mais de 50 anos têm gosto mais apurado, maior percepção de mundo e não se contentam em apenas passar por um local e fazer turismo. Elas querem uma imersão, uma vivência verdadeira”, diz Diogo Rodrigues, diretor comercial da Interconnect Brasil.

Embora haja semelhanças entre o intercâmbio juvenil e o sênior, os mais velhos exigem condições um pouco diferente de acomodação e de carga horária de estudos e conteúdo, além do tamanho das turmas de aprendizado. “Quem opta por ficar em residência de família quer casas mais bem localizadas, com banheiros individuais e mais opções de alimentação”, afirma Rodrigues.

Segundo ele, normalmente o programa do curso vai envolver atividades extras como visitas a museus e teatros. Geralmente, os cursos procurados pelos maiores de 50 duram menos tempo (entre 2 e 4 semanas) -por causa das obrigações e estrutura familiar-, as turmas possuem menos alunos (de 8 a 16). Segundo a gerente de cursos do STB (Student Travel Bureau), Marcia Mattos, apenas no ano passado, a busca de pessoas nesse perfil por intercâmbio cresceu 40%. Clique aqui para ler mais.


Fonte: Portal 50 e mais

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