domingo, 13 de março de 2016

Excesso de treinos pode causar sérios problemas na saúde das mulheres


Por tudo isso o importante é comparar índices de uma atleta mulher com outra atleta mulher e nunca com índices de um homem. A mulher é biologicamente e fisiologicamente muito diferente, principalmente quando se trata das modalidades esportivas.

Por outro lado, o aumento da intensidade e do volume dos exercícios da mulher nos anos 90 produziu uma nova patologia na mulher, a “Tríade da Mulher Atleta”, caracterizada por:
  • Desordem alimentar (importante falta de apetite)
  • Amenorreia (falta ou diminuição da menstruação) 
  • Osteoporose precoce 

Uma verdadeira confusão se estabeleceu com as atletas, o que obrigou a inúmeros estudos orientar novas condutas preventivas e tratamento da Tríade para que não se desenvolvesse essa grave condição da saúde.

Algumas recomendações:
  • Evitar excessos (superar os limites fisiológicos) por conta própria dos treinos
  • Ter orientação fisiológica, nutricional e da medicina do esporte 

A falta dessas regras mínimas é a causa dessa “doença” que prejudica, além da saúde,também a performance da mulher atleta ou esportista. Estudos mostram que irregularidades da menstruação são mais frequentes nas atletas e esportistas muito ativas, do que na população feminina em geral menos ativa ou sedentária.

Hoje, temos milhares de mulheres que adoram praticar atividade física e esportiva, sem dúvida uma escolha certa, mas que pode ser prejudicada pela vontade de “superar limites” nos treinamentos, seja em centros esportivos, academias, clubes, etc. A situação piora ainda mais pela arriscada moda da automedicação (muitas vezes de blogueiros ou pessoas sem formação profissional), certamente desnecessária e perigosa (pelo alto risco de complicações), como os temidos hormônios, o “GH” (hormônio de crescimento) e “DHEA” (precursor de testosterona), e outros como a campeã Sharapova, tenista russa, usava. Além de suplementos errados e inúteis que deveriam ser usados só com indicação médica ou de nutricionista.

Para a maioria das mulheres não profissionais fazer exercício físico é maravilhoso para melhorar a qualidade de vida. Um profissional de educação física é muito importante para saber o que deve ser feito (planilhas organizadas por quem entende). Se a mulher já tiver na menopausa, ou próxima dela, e se tiver dois ou mais fatores de risco como hipertensão arterial, tabagismo, obesidade, colesterol elevado e diabetes, faça uma consulta com um médico especializado para e prevenir dos riscos cardiovasculares.


Fonte: Portal Eu Atleta / Portal G1

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