terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Viver Sem Limite recebe prêmio internacional de boas práticas


O programa Viver Sem Limite foi destaque esta semana no Centro Internacional das Nações Unidas em Viena, na Áustria, onde recebeu um dos mais importantes prêmios internacionais de boas práticas na promoção dos direitos da pessoa com deficiência – o Certificado Zero Project. O prêmio é concedido anualmente a experiências inovadoras na inclusão mundial desse segmento.

O Viver Sem Limite foi apresentado pelo Secretário Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoa com Deficiência, Antônio José Ferreira, durante painel realizado na quinta-feira (11) para um público de aproximadamente 100 especialistas de países de todos os continentes.

"O prêmio é uma honra para o Brasil, pois traz um reconhecimento importante dos muitos avanços conquistados nos últimos doze anos para implementar políticas públicas de promoção dos direitos das pessoas com deficiência", comemorou Antônio José. "Também demonstra que a política brasileira está em sintonia com a agenda internacional e já é referência como uma das melhores práticas."

Durante o processo de seleção, a política brasileira foi analisada por uma comissão de 75 especialistas, que a selecionaram como uma das doze melhores do mundo em função de sua sustentabilidade, escala e impacto.

Viver Sem Limite

O programa foi implementado entre 2011 e 2015 por 15 ministérios, que executaram dezenas de ações. Com um orçamento de R$ 7,6 bilhões, o programa foi estruturado em quatro eixos distintos: 1) Acesso à educação; 2) Atenção à saúde; 3) Inclusão social; e 4) Acessibilidade.

O programa garantiu diversos avanços. No que diz respeito ao ensino fundamental e médio, foram entregues 2.304 ônibus acessíveis; inauguradas ou atualizadas 42 mil salas multifuncionais e realizadas transferências de recursos a 57 mil escolas para melhorar a acessibilidade arquitetônica.

O programa Benefício de Prestação Continuada – BPC na escola também estimulou a permanência escolar de alunos com deficiência. Por fim, foram matriculadas 19 mil pessoas com deficiência em cursos de educação profissional e tecnológica e a criados 20 cursos de Licenciatura e Bacharelado em Letras – Libras (Língua Brasileira de Sinais).


Fonte: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República - SDH/PR

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