domingo, 24 de janeiro de 2016

Brasil tem quatro cientistas entre os 'mais brilhantes' do mundo


Levantamento da agência Thomson Reuters elencou os pesquisadores mais citados em artigos científicos entre os anos de 2003 e 2013. Três deles são bolsistas de produtividade em pesquisa do CNPq.

A agência internacional Thomson Reuters divulgou recentemente a lista dos "mais brilhantes" cientistas do mundo. E quatro dos 3.126 indicados são brasileiros, sendo que três deles são bolsistas de produtividades em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI). Os brasileiros apontados pela publicação foram Paulo Artaxo, Ado Jorio, Adriano Nunes-Nesi e Álvaro Avezum.

Foto: Paulo Artaxo
Paulo Artaxo é membro do Departamento de Física da Universidade de São Paulo (USP), na área de Geociências. Ele é bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq – Nível 1A, além de ter sido membro do Comitê de Assessoramento de Física e Astronomia da entidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Confira aqui o Currículo Lattes de Artaxo.

Ado Jorio é professor de Física da Universidade Federal de Minas Gerais acesse este link.

Foto: Ado Jorio
(UFMG) e também é bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq, além de membro do Comitê de Astronomia da instituição. Para conferir o Currículo Lattes do especialista,

Adriano Nunes-Nesi é especialista e professor de Ciências das Plantas e dos Animais da Universidade Federal de Viçosa (UFV). Ele é bolsista de produtividade em pesquisa Nível 1D do CNPq e foi membro do Comitê de Assessoramento de Botânica. O currículo de Nunes-Nesi pode ser conferido aqui.

Foto: Adriano Nunes-Nesi
Especialista em Medicina Clínica do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese, Álvaro Nezum é o único dos indicados a não ter ligação do CNPq. O Currículo Lates dele pode ser acessado nesta página.

A lista

O relatório "The World's Most Influential Scientific Minds 2015" contabilizou cerca de nove milhões de pesquisadores. Os números correspondem aos cientistas cujos artigos foram os mais citados ao longo de um período de 11 anos, entre 2003 e 2013.

Para mais informações, acesse este link.


Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação

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