segunda-feira, 1 de junho de 2015

Ignorando repúdio popular deputados aprovam financiamento empresarial de campanha

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 27 de maio, a doação financeira de empresas a partidos políticos. No dia anterior, a proposta tinha sido vetada, mas uma "manobra” política conduzida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB – Rio de Janeiro), trouxe, novamente, o tema para votação. Conhecido como PEC [Proposta de Emenda Constitucional] da Corrupção, o novo texto permite que os partidos e não os candidatos recebam doações de empresas nas eleições. O assunto vem causando polêmica, sendo criticado como "quebra de acordo” entre partidos e como a retomada de um tema já derrotado em votação.

O financiamento empresarial foi aprovado por 330 votos a favor e 141 contrários, tendo todos os deputados do Partido dos Trabalhadores (PT) votado contra a proposta, com apenas uma abstenção.

No mesmo dia, também foi também aprovado o fim da reeleição para os cargos executivos de presidente, governador e prefeito. A pauta seguirá para votação em segundo turno na Câmara e depois para apreciação, também em duas votações, no Senado. A proposta não se aplica aos prefeitos eleitos pela primeira vez em 2012 e aos governadores também eleitos pela primeira vez em 2014, nem a quem os suceder nos seis meses anteriores ao pleito. Se for de fato aprovada, a medida valerá a partir das eleições de 2018.

Na terça-feira, 26, também foi rejeitada a proposta que institui o sistema de voto conhecido como "distritão”, com 267 votos contrários, 210 votos a favor e duas abstenções. Caso o projeto tivesse sido aprovado, as eleições para deputados e vereadores deixariam de ser proporcionais e passariam a ser majoritárias.

Hoje, esses candidatos podem ser eleitos apenas com seus votos ou com a soma destes mais a parcela que lhe cabe dos votos recebidos pelo partido. Com o distritão, apenas os mais votados em cada estado ou município seriam eleitos, e a "sobra” dos votos individuais não iria para outro candidato.

O financiamento empresarial foi aprovado por 330 votos a favor e 141 contrários, tendo todos os deputados do Partido dos Trabalhadores (PT) votado contra a proposta, com apenas uma abstenção.

No mesmo dia, também foi também aprovado o fim da reeleição para os cargos executivos de presidente, governador e prefeito. A pauta seguirá para votação em segundo turno na Câmara e depois para apreciação, também em duas votações, no Senado. A proposta não se aplica aos prefeitos eleitos pela primeira vez em 2012 e aos governadores também eleitos pela primeira vez em 2014, nem a quem os suceder nos seis meses anteriores ao pleito. Se for de fato aprovada, a medida valerá a partir das eleições de 2018.

Na terça-feira, 26, também foi rejeitada a proposta que institui o sistema de voto conhecido como "distritão”, com 267 votos contrários, 210 votos a favor e duas abstenções. Caso o projeto tivesse sido aprovado, as eleições para deputados e vereadores deixariam de ser proporcionais e passariam a ser majoritárias.

Hoje, esses candidatos podem ser eleitos apenas com seus votos ou com a soma destes mais a parcela que lhe cabe dos votos recebidos pelo partido. Com o distritão, apenas os mais votados em cada estado ou município seriam eleitos, e a "sobra” dos votos individuais não iria para outro candidato.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT), segundo Moroni, precisou entrar com pedido de habeas corpus, concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para ter acesso às votações. "Enquanto isso, o acompanhamento é permitido para empresários, grupos religiosos e sindicatos que apoiam os interesses da Câmara.”, revela.

Veja como votou cada parlamentar

Fonte: Adital

0 comentários:

Postar um comentário

Twitter Facebook Favoritos

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Facebook Themes