quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Dia 27 de novembro - Dia Internacional da Luta contra o Câncer: conheça os 4 grandes mitos

Como ocorre todos os anos no dia 4 de fevereiro, o mundo e, especialmente as instituições de saúde oncologicas, mobilizam-se para realizar uma campanha e disseminar informações sobre câncer nas regiões em que são afetadas. Sempre com um foco na Declaração Mundial do Câncer , o slogan principal da campanha é “Derrube os Mitos”.

Conheça alguns dos tipos de câncer existentes clicando aqui

Por ser uma doença complexa, existe uma disseminação enorme de conceitos equivocados sobre a doença. Entre os grandes mitos criados em torno do câncer, existem quatro deles que foram selecionados como os principais por atrapalhar o tratamento, a prevenção e o diagnóstico precoce da doença:

Mito 1: Não é necessário falar sobre câncer

Realidade: Apesar do câncer se um tópico difícil de abordar, em particular em algumas culturas e condições, afrontar a doença abertamente pode melhorar os resultados a nível individual, comunitário, e de políticas públicas.

Mito 2: Não há sinais ou sintomas de câncer

Realidade: Para muitos tipos de canceres, há sinais de alerta e sintomas e os benefícios de um diagnóstico precoce são indiscutíveis.

Mito 3: Não há nada que eu possa fazer sobre câncer

Realidade: Há muito o que fazer a nível individual, comunitário e político e, com a estratégia correta, um terço dos canceres mais comuns podem ser prevenidos.

Mito 4: Eu não tenho direito a tratamento de câncer

Realidade: Todos tem o direito a acesso a tratamentos efetivos contra o câncer em igualdade de condições, sem sofrer dificuldades.

Câncer no Brasil

Segundo estimativas do INCA, cerca de 580 mil casos novos da doença são esperados para 2014. A Estimativa 2014 – Incidência de Câncer no Brasil, lançada no ano passado, detalha ainda os cânceres mais incidentes na população brasileira no próximo ano serão pele não melanoma (182 mil), próstata (69 mil); mama (57 mil); cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil) e estômago (20 mil). Ao todo estão relacionados na publicação os 19 tipos de câncer mais incidentes, sendo 14 na população masculina e 17 na feminina. Excetuando-se pele não melanoma, a ocorrência será de 394.450 novos casos, sendo 52% em homens e 48,% entre as mulheres.

O número de casos novos para cada tipo de câncer foi calculado com base nas taxas de mortalidade dos estados e capitais brasileiras (Sistema de Informação Sobre Mortalidade - SIM). A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos de câncer para o ano de 2030 em todo o mundo, e 17 milhões de mortes pela doença. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil.

O investimento do Ministério da Saúde na assistência aos pacientes com câncer foi de R$ 2,1 bilhões no ano passado, crescimento de 26% em relação a 2010. A previsão é que, até 2014, o valor alocado no fortalecimento do atendimento em oncologia chegue a R$ 4,5 bilhões.

Hospital de Câncer de Barretos: uma instituição a serviço dos mais necessitados contra o câncer

A instituição sempre primou pelo atendimento preconizado pelo Mito 04 da lista: atendimento a todos, priorizando assim, aos mais necessitados por realizar seus procedimentos todos 100% SUS. Somente em 2013, o Hospital de Câncer de Barretos realizou 620.849 atendimentos realizados a 107.944 pacientes vindos de 1.655 municípios de todos os estados do país. Além disso, reúne 260 médicos e mais de 3 mil funcionários.

Em 2013, o Hospital passou por um momento especial: a inauguração da segunda etapa do Hospital de Câncer Infantojuvenil. A segunda etapa inaugurou os 27 leitos de internação, 6 leitos individualizados de UTI e o centro cirurgico. Mas além disso, o hospital conta com ambulatórios, salas de infusão separadas por faixa etária, centro de reabilitação, centro de quimioterapia, laboratório de emergência e pronto atendimento 24 horas.

A filosofia do tratamento pediátrico do Hospital segue a mesma linha humanizadora existente na instituição como um todo: acredita na cura psicossocial, ou seja, que o cuidado com as próprias questões sociais e psicológicas do paciente é tão importante quanto o tratamento médico para a melhora de seu quadro clínico. Pensando nesse aspecto, o novo prédio tem estruturas inovadoras para facilitar, dinamizar e tornar mais agradável o convívio das crianças e suas famílias com o ambiente hospitalar.


Fonte: Hospital de Câncer de Barretos / Ministério da Saúde

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